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Como fazer os garfos mais picuinhas adorar a alimentação saudável

Nutrição & Bem-Estar

Coloridas, crocantes e saborosas. O potencial das frutas e verduras não tem fim. Mas de uma forma ou de outra, há crianças que só querem os seus alimentos favoritos e que recusam alguns dos outros. O que se pode fazer para garantir que as crianças comem bem enquanto se diverte? Continue a ler para descobrir...

A infância é um tempo de diversão. De exploração e curiosidade. De ultrapassar limites e descobrir o mundo. Mas há alturas em que parece ser também tempo de desenvolver uma repentina e forte aversão à abóbora (mesmo que antes tenha sido um dos legumes favoritos).

Sim, às vezes as crianças são picuinhas com os alimentos, e mesmo os pais mais calmos podem entrar numa espiral de stress. E a nutrição? Se são assim em casa, o que acontece quando chegarem à creche ou à escola? Afinal de contas, os pais querem acima de tudo que os seus filhos sejam felizes e saudáveis, e que de vez em quando comam couves de Bruxelas.

Por isso, pegue nas tigelas de salada, porque temos boas notícias: há razões pelas quais as crianças nem sempre estão ansiosas por alimentação saudável. E, mais importante, há formas de as ajudar a satisfazer as necessidades de nutrição e a expandir a sua gama de alimentos sem criar uma guerra do vegetal. Está a postos?

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Motivos pelos quais crianças e vegetais nem sempre se entendem

Quer que os seus filhos aceitem que os brócolos são deliciosos? O problema não são eles, é a evolução. Ou talvez seja a solução. Os nossos antepassados sobreviveram por distinguirem as plantas tóxicas das não tóxicas. Uma das formas de o fazer era o gosto. Especificamente, o gosto amargo. Se mordessem uma planta tóxica, reparariam no gosto amargo. Infelizmente, os vegetais saudáveis, como os brócolos em que as crianças nem tocam, tendem a ter também um gosto ligeiramente amargo. Portanto, quando os seus rebentos recusam esta comida, não estão a ser irracionais. É porque o sistema de aviso evolucionário lhes diz que pode não ser segura. Felizmente, esta aversão herdada não é permanente.

Uma forma divertida de enganar a evolução

A evolução pode tornar as coisas um pouco mais difíceis. Não quer dizer que tenha simplesmente de aceitar o facto de o seu filho não querer comer cenoura. Antes pelo contrário. Existem algumas formas de treinar os instintos do seu filho, e são formas divertidas!

Todas as experiências positivas ajudam a combater os nossos preconceitos herdados, o que significa que, se estimular associações positivas, pode ajudar o seu filho a gostar das coisas boas. Quer saber como? Eis algumas das nossas principais dicas:

  1. Cultive os seus alimentos – Quer que as crianças se envolvam e interessem por comida saudável? Então apanhem um pouco de vitamina D enquanto fazem jardinagem juntos!

  2. Cozinhem juntos – Descascar, cortar e preparar frutas e legumes é uma forma engenhosa de envolver as crianças enquanto se divertem e passam bons tempos juntos. Mesmo que não queiram comer os alimentos que ajudaram a preparar, é mais provável que os queiram experimentar.

  3. Estimule a curiosidade – Os vegetais variam bastante segundo a forma como são cozinhados, por isso varie e envolva os seus filhos nesta descoberta. Desafie os seus filhos a comparar os brócolos cozidos com os brócolos assados. Pergunte-lhes coisas sobre a cor, textura e sabor. O que é diferente, e como preferem?

  4. Seja fonte de inspiração – O maior exemplo a seguir é você. Permita que os seus filhos vejam como saboreia frutas e vegetais da mesma forma como o faz com laticínios, peixe, carnes brancas e outras carnes, sem pressão ou foco neles. Se virem o seu entusiasmo, acabarão por ficar curiosos e querer experimentar também.

  5. Brinque – Os brócolos parecem árvores. E as cenouras cortadas, não dariam bons olhos de um rosto? A melancia em forma de estrela sabe melhor? O que está num prato? Mesmo que os seus filhos não comam tudo, vão criar uma associação positiva e divertida a alimentos saudáveis, e esse é o primeiro passo para o sucesso.

Seja o que for que experimentar, não pressione. Reprogramar os instintos evolutivos demora tempo. Podem ser precisas muitas tentativas antes de uma criança experimentar novos sabores, quanto mais gostar deles! Por isso, motive os seus filhos a experimentar frutas e verduras, mas crie um ambiente seguro na eventualidade de recusarem. Diga-lhes que as suas papilas gustativas estão sempre a crescer. Se não for agora, pode ser que gostem de um determinado vegetal da próxima vez. Tranquilize-se, pois as suas papilas gustativas continuarão a desenvolver-se. Aliás, quando os seus filhos chegarem aos 20 anos, terão perdido mais ou menos metade das mesmas, perdendo alguma sensibilidade aos sabores amargos.

O que fazer entretanto

Claro que é muito fácil falar de paciência quando não estamos assolados pelo medo da alimentação dos nossos filhos. Felizmente, há também muito apoio neste aspeto. Nomeadamente em suplementos alimentares NutriliteTM Kids. Porque existe a hipótese de os seus filhos terem uma ou duas lacunas nutricionais, utilizar suplementos especiais é uma forma ótima de otimizar a sua nutrição e dar paz de espírito a si.

A Nutrilite Kids tem uma vasta gama de suplementos alimentares deliciosos que pode adicionar à alimentação equilibrada dos seus filhos. Entre eles, NutriliteTM Multivitaminas Mastigáveis para suporte básico ao crescimento1, NutriliteTMCal Mag Mastigável para fortalecer os ossos2 e NutriliteTMKids Omega 3 para reforçar a alimentação. Esta diversidade de suplementos Nutrilite é ótima para ajudar ao crescimento de um organismo saudável!

E se procura mais inspiração, fique atento à nova campanha "Diversão e crescimento, bloco a bloco” da Nutrilite Kids, a qual mostra formas novas, criativas e educativas de integrar a nutrição na rotina dos seus filhos.

1 Contém cálcio e vitamina D, necessários para o crescimento e o desenvolvimento normais dos ossos das crianças.
2 O cálcio é essencial para o crescimento e o desenvolvimento normais dos ossos das crianças.
3 A vitamina C contribui para o normal funcionamento do sistema imunitário.

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